| FRANCISCO OLIVEIRA AO DI “Fonte do Bastardo é uma referência do desporto regional” Francisco Oliveira, secretário-geral da Associação de Jovens da Fonte do Bastardo (AJFB), acredita que a equipa pode brilhar na competitiva Divisão A1 de voleibol DIÁRIO INSULAR DESPORTO (DI/D): Pode contar-nos como foi esse seu casamento com a AJFB? Considerando que o Francisco Oliveira apareceu nos derradeiros jogos dos play-off ao lado da equipa, é caso para dizer que o namoro começou já há alguns meses... FRANCISCO OLIVEIRA (FO): Posso dizer que o namoro começou o ano passado quando passei a estar ligado à coordenação dos escalões de formação da AJFB, função essa que acabei por acumular com a de treinador da equipa juvenil feminina de voleibol. Entretanto, surgiu um honroso convite por parte da direcção para estar mais próximo da equipa sénior, passando a exercer as funções de secretário-geral. Obviamente que para mim foi uma honra ser-me dirigido um convite destes e nem pensei duas vezes em aceitar! DI/D: Quais vão ser as suas novas funções na AJFB? FO: Esta época irei tratar de toda a parte burocrática da equipa, pois ao nível que o clube chegou é necessário alguém a tempo inteiro para acompanhar de perto a equipa e procurar sanar os problemas que aqui e ali irão surgir. Irei estar num plano de preparação e organização dos jogos. Por exemplo, se houver um adiamento de um jogo, é meu papel entrar em contacto com a Federação ou com o clube oponente para tentarmos chegar a acordo quanto a uma nova data para a realização da contenda. Também irei continuar a colaborar com as escolas de formação, em ligação directa com um elemento da direcção, no caso, o Paulo Viana. Depois, e como já disse, tomarei conta da parte administrativa bem como de todos os assuntos gerais a nível burocrático. DI/D: Imagine que um jogador tem problemas relativos à casa onde está a residir, que foi alugada pelo clube. É a si que ele irá recorrer para resolver o problema? FO: Esse é um dos aspectos em que estamos muito bem organizados, pois as funções estão devidamente distribuídas pelos elementos directivos do clube. Temos uma comissão de voleibol com membros destacados para a equipa sénior e para os escalões de formação. Como tal, esses eventuais problemas que está a sugerir poderão passar por mim numa segunda fase; isto é, o jogador comunicará o problema ao elemento da comissão, e depois o assunto será exposto à parte directiva do clube. Aí, até poderei ser eu, então, a resolver a questão. DI/D: Como analisa a sua carreira de árbitro da modalidade? FO: Comecei a minha carreira de árbitro em 1991. O meu primeiro ano em actividade já foi passado no continente. Foram 14 anos muito interessantes, sobretudo as primeiros épocas de arbitragem antes de ser árbitro nacional. A partir daí, e quando passei para árbitro do quadro principal, houve algumas situações que me deixaram desagradado. O quadro principal é constituído por cerca de 15 árbitros que apitam jogos masculinos e femininos da Divisão A1. O ano passado ainda apitei alguns jogos da Liga Carglass. A minha carreira desde o ano passado que tem estado em stand-by. DI/D: Mas considerando que a AJFB este ano subiu à Primeira Liga, certamente que não poderá continuar a apitar jogos… FO: Exactamente! Já que a AJFB está na A1, estou impedido de apitar jogos nesse escalão! Com certeza que no ano passado não me viu a apitar jogos da A2 com a AJFB, devido à ligação que tenho com esta colectividade. DI/D: Mas sendo assim, imagine que daqui a uns anos acaba o vínculo com esta associação, regressa à arbitragem e tem de apitar jogos envolvendo a AJFB. Os adversários não o acusarão de imparcialidade ?… FO: Não, porque neste momento não arbitro jogos com este clube, e no futuro, para lhe ser sincero, não me parece que regresse à arbitragem. Neste momento, pondero se para o ano me inscreverei ou não como árbitro. Posso vir a dar algum contributo na formação de novos valores que vão despontando na carreira de árbitro aqui na ilha, mas voltar a apitar jogos a alto nível sinceramente, para já, está fora dos meus horizontes! DI/D: Como caracteriza o nível de árbitros que temos em Portugal? Não acha que por vezes os próprios árbitros não beneficiam o espectáculo? Estou a lembrar-me de um polémico jogo da divisão Carglass na época passada, em que o então presidente do Castêlo da Maia disse que se estava a assistir a uma futebolização do voleibol. Na qualidade de ex-árbitro, como interpreta os casos que vão acontecendo? FO: Julgo que neste momento temos um bom nível de arbitragem em Portugal. No entanto, as pessoas têm de se mentalizar que todos erramos! Não são só os árbitros que erram! Jogadores, treinadores, dirigentes, todos eles erram! Os árbitros, estando mais expostos às incidências do jogo, muitas vezes têm o azar de errar na altura... errada, isto é, nas alturas mais complicadas. Um dos conselhos que nos é dado na formação de árbitros é que, em momentos cruciais do jogo, o nível de concentração tem de ser o mais elevado possível! Para o voleibol que temos, julgo que o nível de arbitragem é bastante bom! DI/D: Muito recentemente um jornalista desportivo da BBC disse que nos desportos que envolvem a presença da bola, quando a arte do jogador acaba, a culpa do árbitro começa. Concorda? FO: Como em qualquer profissão, há sempre uns melhores do que outros. Há árbitros melhores do que outros, assim como há jogadores melhores do que outros. Não concordo nem discordo com a afirmação, pois muitas vezes o árbitro erra sem querer errar, assim como o jogador falha sem querer falhar! NOVA ÉPOCA DI/D: Machado, Paiva, Pinheiro, Fabiano, Luís Sousa, Paços, Balu, Mota e Dantas. Considerando que o Luís Sousa é ainda juvenil, a menos de dois meses do arranque da nova época o plantel bastardo tem uma equipa formada apenas por oito jogadores. O que tem dificultado as negociações com os novos reforços? FO: Essencialmente, importa referir um aspecto fundamental: a AJFB tem a sorte de ter como treinador o prof. Luís Resende, pois nesta matéria a sua experiência tem-se revelado determinante! Repare que se não fossem os contactos dele, nesta altura tínhamos apenas contactos para assegurar jogadores para a Divisão A2. Contratar um jogador para atacar a Liga A2 é uma coisa; mas contratar um jogador mais experiente para competir numa Liga Carglass é outra completamente diferente! Há verbas maiores em jogo, e outros interesses em cima da mesa! Os jogadores que vieram na época passada foram muito importantes e eram excelentes reforços, mas provavelmente não terão o perfil adequado para uma Liga A1, independentemente do seu reconhecido valor. Queremos apresentar um projecto credível e consistente para não cairmos no mesmo erro do nosso vizinho Ribeirense, só para dar um exemplo. O facto de termos esse leque de jogadores não significa nada, até porque estamos em negociações com outros, e futuramente a direcção do clube dará mais novidades a esse respeito. Quando a preparação da equipa começar no início de Setembro, teremos uma boa equipa para atacarmos a Liga Carglass. DI/D: Quantos atletas terá o plantel na nova época que se avizinha? FO: Esta questão terá de a colocar ao prof. Resende, pois ele, melhor do que ninguém, conhece o plantel e as características dos jogadores. ~ DI/D: Os brasileiros contratados na época passada deram conta do recado. Por que razão só o Fabiano regressa e os outros são dispensados?...Por exemplo, as nossas estatísticas revelam que o Wilson Pires foi o jogador que mais pontos deu à equipa na época passada e é provável que venha a ser dispensado...Não acha um pouco controverso um atleta que tantos pontos deu à equipa ser dispensado? FO: Jamais nenhum elemento da direcção disse que as portas estariam fechadas aos antigos jogadores. Tal como lhe disse, as características de um atleta da A1 divergem das de um atleta da A2. Um atleta com o perfil do Wilson que era (e é…) um excelente jogador, poderá ou não adequar-se a jogar na A1; mas quem decide estas questões é o prof. Resende, pois ele é que trabalhou com os jogadores e conhece-os melhor do que ninguém! DI/D: Quais são os jogadores que eventualmente podem vir a ingressar no clube? Quem são os atletas com os quais há conversações? FO: Nada sei a esse respeito, e não sou a pessoa mais indicada para fornecer informações desse teor, até porque ainda não há nada em relação a mais reforços… DI/D: Decididamente já vi que está a fugir com o rabo à seringa e não me vai dar nenhuma informação relativa a reforços para a próxima época... FO: (risos) Não estou a fugir, apenas não posso estar a comentar algo sobre o qual nada existe em concreto, e sobretudo que não diz respeito às minhas funções, mas sim à direcção e ao treinador. No devido tempo, e como já referi anteriormente, teremos novidades. DI/D: Há cerca de um mês correram rumores de um possível regresso do Rogério Damasceno à AJFB. O que aconteceu para ele não regressar? FO: Sinceramente, e por aquilo que sei, julgo que foi por questões pessoais, pois o Rogério este ano decidiu prosseguir a sua carreira no Brasil. DI/D: Com jogadores prestigiados como Adriano Paço ou Balu, e um treinador como o prof. Resende, será exagero dizer que irão lutar pelo menos por um lugar nas competições europeias? FO: O nosso objectivo é essencialmente a manutenção, isto é, ficar entre os oito primeiros lugares seria o ideal, pois evitaríamos os play-offs de descida de divisão. É evidente que seria muito bom que conseguíssemos ir às competições europeias. Seria prestigiante para a nossa ilha. A nível regional, o ano passado já tivemos os Antigos Alunos numa competição europeia. Infelizmente, este ano, devido à falta de verbas, eles não participaram nas competições europeias, atendendo ao já divulgado falhanço do projecto. Ir à Europa é sempre prestigiante para qualquer equipa e seria magnifico que tal acontecesse connosco. DI/D: Equipas insulares como o Ribeirense e o Machico nos últimos anos têm andado num sobe-e-desce entre a Carglass e a Liga A2. Qual a metodologia que terão de seguir para evitar essas alternâncias? FO: Em primeiro lugar temos de alcançar uma boa estabilidade directiva, e depois fazer com que o clube não dependa exclusivamente dos subsídios regionais, pois, olhando para o exemplo dos Antigos Alunos, podemos constatar que é uma grande vantagem não depender desses subsídios. DI/D: Claro, mas nem todos os clubes terão a sorte de serem patrocinados pela empresa Luís Vicente, que também patrocina o SL Benfica, campeão nacional de voleibol… FO: Exactamente! É uma vantagem que temos e à qual estamos imensamente agradecidos! CONTINUIDADE DI/D: Numa entrevista ao nosso jornal, o prof. Resende disse que não sabia por quanto mais tempo iria aguentar a separação geográfica em relação à família. Acha que este próximo ano, independentemente da carreira que a equipa irá efectuar, será o último do professor Resende aqui nos Açores? FO: Pessoalmente, espero que não, e da parte do clube todos esperam bem que não seja. Porém, temos de analisar bem as coisas e compreender as decisões dele. Também estive a morar 10 anos no continente, sei que é bastante complicado estar longe da família! Imagino que ele esteja a sofrer bastante com essa distância, pois chega a estar quase dois meses sem ver a família. Aliás, muitas das vezes que a equipa ia jogar ao continente, não conseguia estar com os seus familiares, e quando estava era sempre em passo acelerado! É uma situação muito complicada, e entendo perfeitamente a sua posição. DI/D: Mas acha possível o professor Resende ficar cá mais dois ou três anos? FO: Se ele conseguisse convencer a família a vir morar para cá, com certeza que seria o ideal (risos)! Mas, e agora falando a sério, o professor é que decide a sua vida e lá saberá o que é melhor para ele! É óbvio que estamos a gostar imenso do trabalho dele, tanto a nível técnico à frente da equipa, como em outras questões que, apesar de não serem da sua competência, tem-se mostrado sempre pronto a ajudar. Repare que ele está de férias e mesmo assim não deixa de colaborar connosco na preparação da próxima época e a sua ajuda, como já disse, tem sido fundamental! É uma pessoa fantástica! DI/D: Como está a construção do novo pavilhão? Para quando estará disponível? Qual a data prevista para o arranque da Liga Carglass? FO: Segundo as previsões da autarquia, em finais de Agosto estará pronto, por isso, em princípios de Setembro a equipa já poderá usar o pavilhão para efectuar dois treinos diários. Em meados de Setembro iniciam-se as aulas e aí será extremamente complicado ter o pavilhão da escola Vitorino Nemésio disponível. Deste modo, temos mesmo de ter o pavilhão pronto para nos prepararmos convenientemente! Por aquilo que tenho visto, a parte estrutural de construção civil está praticamente pronta, e o resto da montagem do pavilhão, que será em betão, é algo que se faz rapidamente. Como tal, estou francamente optimista que o pavilhão estará disponível antes do final de Agosto. Quanto à Liga Carglass, tudo indica que começará na 1ª semana de Outubro. DI/D: A equipa para o ano continuará a jogar na Vitorino Nemésio? Os jogos serão policiados?FO: Os jogos serão policiados, pois essa é uma das condições impostas aos clubes na Divisão Carglass. Apesar de ainda não termos certezas definitivas, neste momento estamos a pensar em não cobrar as entradas para os jogos e será o próprio clube a suportar as despesas policiais. Os jogos continuarão a ser gratuitos, pois pensamos que se as pessoas tiverem de pagar bilhete, tal facto afastará os nossos simpatizantes do recinto. A AJFB tem grandes responsabilidades na divulgação do voleibol nesta ilha, e temos de fazer tudo para atrair as pessoas. Repare que no ano, passado quando a equipa embalou definitivamente para a subida, tivemos assistências impressionantes com mais de 500 pessoas nas bancadas. Eu que sou de Angra, e jamais pensei ver tantos angrenses nas bancadas a apoiar a equipa! Isto é bom para o desporto, e sobretudo para a promoção da modalidade. Se essas pessoas tivessem de pagar bilhete, provavelmente pensariam duas vezes antes de se porem a caminho do pavilhão da Vitorino Nemésio. Por muito irrisório que fosse o valor do bilhete, já viu o que era para um angrense vir de carro até aqui, suportar os custos da gasolina (que não está nada barata...) e ainda ter de pagar bilhete? Isto afastaria a nossa massa humana de adeptos e não queremos que isso aconteça! Aqueles que gostam mesmo de voleibol, continuariam a vir, mesmo pagando bilhete; mas o nosso objectivo é cativar também novos simpatizantes! DI/D: A equipa com certeza que irá ter mais despesas na divisão Carglass. Para além de custos mais elevados com jogadores mais credenciados, a AJFB também apostou em si para secretário geral e num novo fisioterapeuta que estará a tempo inteiro com a equipa. Como vamos de apoios e patrocínios? FO: Essa função está a meu cargo, e iniciámos uma estratégia de marketing em Junho passado. Desde aí, começamos a contactar algumas entidades. A receptividade está a ser boa e estamos com expectativas elevadas em relação a patrocínios, sejam eles de empresas privadas como da parte autárquica! DI/D: Acha que a AJFB pode vir a ser uma referência para o desporto açoriano? FO: Não estamos com objectivos de ser a maior referência desportiva dos Açores, mas é óbvio que queremos ser uma referencia, aliás, já o somos! Somos constantemente tema de notícia na imprensa nacional e isso é muito importante, seja para o clube, para a freguesia ou mesmo para a ilha! Neste momento, já somos a bandeira desportiva da autarquia praiense, como veio mencionado há pouco tempo no jornal Record. A nível de ilha Terceira, julgo que temos condições de ser um dos principais pólos desportivos! DI/D: Como vê o futuro das camadas jovens da AJFB? FO: Tanto a nível feminino como masculino, estou bastante optimista! O ano passado tivemos resultados muito bons, e este ano, a nível feminino, provavelmente até teremos uma equipa de seniores, que será constituída por jogadoras oriundas das escolas do clube. A nível masculino, há a possibilidade de aparecer mais um escalão, que será o de juniores. No que concerne à captação de novos atletas, creio que temos excelentes condições para oferecer a todos os jovens que se interessem pela modalidade! DI/D: Como vê o futuro do jogador açoriano no mundo do voleibol? FO: Há alguns bons atletas a nível regional; mas na minha opinião temos uma grande desvantagem em relação ao resto do país: a estatura dos nossos jogadores não é muito elevada comparativamente com os jogadores continentais…Não sei porquê, mas em altura ficamos a perder claramente para os jogadores do resto do país. De vez em quando lá aparece um ou outro jogador mais alto, sobretudo no Pico… DI/D: No Pico?? Será por causa da montanha? FO: (risos ) Provavelmente! A estatura no voleibol de alto nível é muito importante para o sucesso de uma equipa, a menos que tenha jogadores com grande poder de impulsão. Hoje em dia, mesmo a nível de formação, o factor “estatura” é determinante nas escolhas dos jogadores. No entanto, temos muitos jovens com valor que aqui e ali vão despontando e isso faz-me ficar optimista em relação ao futuro da modalidade. FORA DAS QUATRO LINHAS "Qualquer dia tenho as malas à porta..." Na sua vida privada, Francisco Oliveira é casado, tem uma filha de três anos e diz que o voleibol rouba-lhe grande parte do tempo para estar com a família."Quando apitava jogos fora da ilha, muitas vezes chegava em casa e estava a minha esposa a ir para o trabalho! Eu mesmo costumo dizer que, a continuar neste ritmo, qualquer dia chego em casa e tenho as malas à porta!". Francisco Oliveira tem 31 anos, mora em Angra, e vai todos os dias para a Fonte do Bastardo. Em 1991 foi para Lisboa estudar Direito, mas o gosto e a dedicação pelo voleibol acabaram por o afastar do curso quando estava já no 4º ano.“Hoje, analisando a minha decisão, ainda me questiono se agi da forma mais correcta. Abandonei o curso pelo voleibol, sobretudo pela arbitragem. O tempo que ocupava com a modalidade era completamente incompatível com a frequência de um curso superior. Arrastei-me no curso nos últimos anos em que estive em Lisboa, fazendo algumas cadeiras (por sinal as mais difíceis…) apenas com a ida aos exames finais, o que não era nada fácil. Se soubesse que a arbitragem nacional iria chegar ao ponto em que está hoje... talvez tivesse continuado a estudar. Atenção que não falo da qualidade que, quanto a mim, é boa, mas sim da organização da mesma e da desconsideração que há para com aqueles que contribuem activamente para a dignificação da modalidade. Recomeçar a estudar está fora dos meus horizontes... Estou a fazer o que gosto. Felizmente, tenho abraçado alguns projectos muito interessantes e nos quais me revejo (condição essencial para os aceitar). Sei que apenas me faltam dois anos do curso, mas também não me vejo na "barra" do tribunal como advogado...” Nos raros momentos que tem tempo livre, gosta de estar em casa com a família, ou entretido com o computador. A leitura policial também é um dos seus passatempos preferidos e já leu mais que uma vez a obra de "Sherlock Holmes" de Sir Conan Doyle. Lê jornais desportivos e sempre que pode não perde um jogo de futebol (é do SL Benfica...) ou de voleibol. Quando está de férias gosta de ir para o continente, para casa dos sogros, em Figueiró dos Vinhos. Carlos do Carmo (DI) |
16 Julho 2005
Francisco Oliveira em entrevista ao Diário Insular
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